Jornada sobre Modelo Social Europeu / Estado Social
Mais uma foto me chega da Jornada de ontem, da mesa presidida pelo Prof. Doutor António José Fernandes.
terça-feira, 12 de março de 2013
segunda-feira, 11 de março de 2013
Hoje, nas Jornadas O Modelo Social Europeu / O Estado Social na Universidade Lusófona do Porto, falei sobre como a Constituição Material se identifica com esse modelo, que está também na Constituição formal, mas que tem sido olvidado pelo estado de exceção em que alguns já se terão resignado a viver. Espero ter tempo para passar a texto escrito o que disse. Aprendi muito com muitas intervenções, e pude aperceber-me de quão diferentes são as perspetivas para o problema. Não tendo havido (que eu tivesse ouvid) ninguém que tenha posto em causa o Estado Social, na verdade o que se entende por o que é e possa ser é muito diferente. E não basta uma definição para resolver o problema.
Na verdade, ou se sente ou não se sente no coração e na cabeça o Estado Social. Foi uma grande tarde, em que o público pôde aproveitar muito - menos, é claro, da minha modesta intervenção.
Nem sempre os eventos têm fotógrafo que nos faculte uma recordação do mesmo. Esta veio rapidamente, de um membro da assistência, a quem penhoradamente agradeço.
Na verdade, ou se sente ou não se sente no coração e na cabeça o Estado Social. Foi uma grande tarde, em que o público pôde aproveitar muito - menos, é claro, da minha modesta intervenção.
Nem sempre os eventos têm fotógrafo que nos faculte uma recordação do mesmo. Esta veio rapidamente, de um membro da assistência, a quem penhoradamente agradeço.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
sábado, 28 de julho de 2012
terça-feira, 24 de julho de 2012
ELOGIO DA INDAGAÇÃO
Tudo é desencontro ou ilusão.
Se do indício claro desconfias
E se recuas à voz que não ouviste
É certo que fundas sabedorias
Já de tonta surdez te acusarão
E acabarás por ver o que não viste.
Tarde demais, porém. Desilusão.
Se ao contrário, te adentras na floresta
E ao chamado da Terra toda vais
Na clareira do tempo a grande festa
Está calada, oscura, e nada mais.
Daí que o limbo seja teu signo a fogo
Impresso em tua fronte como lua
Não podes crer nas ilusões do jogo:
Escolha ou não escolha não é tua.
Votada estás ao só suplício atroz
Invejas mil e sem razão suscitas
Não creriam s’essas penas aflitas
Confiasses a outrem, ‘nda a sós.
Não sei se rasgarás este teu fado
Não sei se sortilégio se desfaz
Não sei se algum dia um anjo alado
Virá resgatar-te as horas más.
Sei só que entr’essa gente ignara
Que contigo se cruza pelas ruas
Resplandece clarão em tua cara.
Infeliz, sim, mas querida pelas Musas.
Tudo é desencontro ou ilusão.
Se do indício claro desconfias
E se recuas à voz que não ouviste
É certo que fundas sabedorias
Já de tonta surdez te acusarão
E acabarás por ver o que não viste.
Tarde demais, porém. Desilusão.
Se ao contrário, te adentras na floresta
E ao chamado da Terra toda vais
Na clareira do tempo a grande festa
Está calada, oscura, e nada mais.
Daí que o limbo seja teu signo a fogo
Impresso em tua fronte como lua
Não podes crer nas ilusões do jogo:
Escolha ou não escolha não é tua.
Votada estás ao só suplício atroz
Invejas mil e sem razão suscitas
Não creriam s’essas penas aflitas
Confiasses a outrem, ‘nda a sós.
Não sei se rasgarás este teu fado
Não sei se sortilégio se desfaz
Não sei se algum dia um anjo alado
Virá resgatar-te as horas más.
Sei só que entr’essa gente ignara
Que contigo se cruza pelas ruas
Resplandece clarão em tua cara.
Infeliz, sim, mas querida pelas Musas.
domingo, 24 de junho de 2012
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